Como as empresas deverão atender a volatilidade do mercado, da competitividade e de liberdade econômica?

27/04/2018

Prof. Marcos A. Franklin


Para as empresas que pretendem estar em um nível acima de seus concorrentes, é necessário tratar a competitividade de forma inerente ao seu negócio e, consequentemente resultar isso em vantagem competitiva. Assim, por meio de movimentos competitivos, as empresas buscam entender a volatilidade do mercado onde estão inseridas.

 

Nesses movimentos, um particular, está relacionado ao comportamento de seus rivais. Para tanto, é fundamental não ignorar as vantagens contestáveis, mesmo que pequenas, de seus concorrentes. Dessa forma, a escolha pela empresa do movimento competitivo certo, pode envolver, por exemplo, a descoberta dos resultados de seus concorrentes, e que, portanto, podem ser rapidamente alcançados, ou evitar a sua desvantagem competitiva.

 

Ações competitivas em geral estão associadas a taxa de inovação, pois sinaliza a intensidade de diferenciação de produtos, serviços ou de processos gerados pelo setor no que tange à capacidade de inovar. Esta capacidade de inovar relaciona-se com um conjunto de aspectos econômicos e tecnológicos externos e internos à empresa, os quais condicionam a geração de inovações.

 

Pode se observar que o grau de paridade entre os produtos e serviços desenvolvidos, é cada vez mais elevado, seja devido às inovações ou até mesmo às imitações. Contudo, outros aspectos como, a flexibilidade e a adaptabilidade, com a finalidade de atender aos estímulos do ambiente, torna-se também um diferencial competitivo para as organizações.

 

Dessa maneira, é essencial que as empresas estejam atentas não só aos movimentos dos ambientes, mas sobretudo, a política econômica adotada em determinado pais. Países em que, adotam a liberdade econômica, as empresas podem desenvolver estratégicas como ferramenta de apoio na identificação dos melhores meios para atingir a competitividade no setor em que atuam, em que competem.

 

Entretanto, nesse cenário de livre mercado, as estratégias que uma empresa cria e segue podem revelar no futuro como válidas ou não para o seu sucesso competitivo, além de, mostrarem se foram estratégias acertadas e bem praticadas, diferentemente em modelos econômicos mais controlados.

 

Outra questão pertinente, é a capacidade dessas empresas em adequarem às suas unidades organizacionais de tal forma que, atendam a esses novos fatos ambientais. Nesse sentido, a habilidade para a realização das modificações necessárias para responder às exigências solicitadas por esse cenário, isso pode determinar a sobrevivência da empresa.